quinta-feira, 29 de março de 2012

Senso Comum vs. Ciência




Senso Comum – Forma de saber vulgar, própria do comum das pessoas, que se adquire de modo espontâneo, sem esforço e sem intenção, na experiência do dia-a-dia. Saber informal, que se adquire de uma forma natural (espontânea), através do nosso contacto com os outros, com as situações e com os objectos que nos rodeiam. É um saber muito simples e superficial, que não exige grandes esforços. Ex: “Em Abril, águas mil!”

Ciência – Saber científico, sendo no entanto, do ponto de vista individual, uma realidade cultural a respeitar. Método formal para “alcançar” o conhecimento racional sobre a natureza das coisas e/ou condições da sua existência. Investigação metódica das leis e dos fenómenos com o objectivo de produzir saber e conhecimento. Método de pesquisa baseado na faculdade racional do ser humano e na comprovação experimental do facto investigado.


Características do senso comum:
I. Subjectivo;
II. Imediato e directo;
III. Diverso e heterogéneo;
IV. Dogmático e não crítico;
V. Empírico;
VI. Assistemático;
VII. Ametódico;
VIII. Aparente ou ilusório;
IX. Carácter colectivo;
X. Superficial;
XI. Particular;
XII. Prático e utilitário.


Características do conhecimento científico:
I. Objectivo;
II. Positivo, sistemático;
III. Rigoroso e homogéneo;
IV. Construído;
V. Abertura;
VI. Racional;
VII. Verosímil;
VIII. Polémico;
IX. Didáctico;
X. Público.


quinta-feira, 22 de março de 2012

Psicologia do Desenvolvimento - o que é?

Segundo a matéria abordada nas aulas, a Psicologia do Desenvolvimento caracteriza-se por ser uma ciência comportamental que foca os seus interesses na área do conhecimento humano, nos processos que se alteram durante o curso de vida. Procura estudar e compreender os processos do desenvolvimento pré-natal e pós-natal, bem como investigar e estabelecer os princípios e as leis da maturação, ou seja, do desenvolvimento do nosso comportamento ao longo da vida até ao estágio terminal da vida.


Na prática, convém:

I. Sentar-se e observar
II. Definir um problema de investigação/Formular perguntas específicas
III. Desenvolver uma hipótese
IV. Testar a hipótese
V. Tirar conclusões


As abordagens metodológicas em Psicologia do Desenvolvimento são:

I. Estudos transversais – Não possibilitam ao investigador determinar se cada criança passa por uma transição da agressão física para a verbal. Experiências associadas a períodos históricos específicos.

II. Estudos correlacionais – São usados para testar hipóteses sobre quais variáveis podem contribuir para diferenças individuais no desenvolvimento.

III. Estudos longitudinais – Os mesmos sujeitos são observados de forma continuada ao longo de um período de tempo e são comparados com eles próprios. Permite ao pesquisador estudar a estabilidade de um comportamento no decorrer do tempo. Os problemas relacionam-se com o efeito da prática, a perca de participantes, ou problemas de financiamento.